
Uma pauta que deveria fazer parte do programa de muitos candidatos às eleições neste ano é a questão da judicialização na área da saúde. Esta é a avaliação de muitos profissionais que atuam neste campo. O farmacêutico Everton Borges, especialista em Assistência Farmacêutica, por exemplo, cita o último levantamento divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça. A pesquisa revelou grande volume de casos na Justiça sobre saúde. O número ultrapassou a marca de 2,5 milhões de processos entre 2015 e 2020. O desabastecimento de medicamentos e a falta de especialistas são alguns dos fatores que motivam esse cenário, o que gera altos custos para o sistema público.