
O atendimento a pessoas trans é um desafio para os profissionais da saúde. Muitas vezes esse público utiliza uma grande quantidade de medicamentos e cosméticos, o que pode representar risco à saúde. Especialmente naqueles casos em que o paciente faz uso de hormônios e outros produtos no processo de mudança do corpo, seja de feminino para masculino, ou vice-versa. A falta de acesso aos serviços de saúde no Brasil também é outro entrave a ser superado. Quem aborda a problemática é a farmacêutica e travesti Alícia Krüeger.