
Contrapor o marketing da indústria do tabaco, que defende que cigarros eletrônicos não são tão maléficos à saúde, é o que esperam o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e a Fiocruz, por meio de um estudo científico que será realizado pelas duas entidades. E não é só isso; por meio da pesquisa, conforme o diretor-geral do INCA, Roberto de Almeida Gil, as instituições também esperam fortalecer a regulamentação atual, que proíbe a comercialização dos cigarros eletrônicos no país.