
O Brasil já está vivendo uma 4ª onda de covid-19. Ou, na melhor das hipóteses, está prestes a vivê-la. A avaliação é da epidemiologista Ethel Maciel, pesquisadora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Segundo ela, três indicadores atuais apontam para isso: a taxa de transmissão do vírus, conhecida pela sigla Rt, o crescimento da média móvel de casos e internações hospitalares e a taxa de positividade dos testes realizados. Embora o avanço da vacinação tenha atenuado os efeitos letais da última onda, entre janeiro e fevereiro deste ano, o aumento do contágio preocupa.