
Algumas das pacientes que foram atendidas pelo anestesista preso por estupro na última segunda-feira (11) relataram ter sido sedadas a ponto de ficarem inconscientes durante o trabalho de parto. Os profissionais de saúde que trabalharam com Giovanni Quintella Bezerra confirmaram a informação em depoimento à polícia. A médica ginecologista e obstetra Rita Dardes, que também é professora adjunta da Unifesp, explica que a sedação não é uma prática comum durante a cesariana. Ela só deve ser realizada, em alguma situações, após o parto e a mãe deve ser mantida acordada.