
A bolsa do Brasil se encaminhava para um novo dia de perdas, com a inflação alimentada pelo risco político nos radares. Mas, inesperadamente, o presidente voltou atrás nas ameaças do 7 de setembro. Em carta, disse que promessas feitas à sua base eram 'calor do momento', e refugou das juras de não respeitar mais as decisões judiciais de Alexandre de Moraes. Chegou ao ponto de elogiar as 'qualidades como jurista' do ministro. Em paralelo, no entanto, caminhoneiros mantinham greve 'contra o STF'