
Índices operaram em forte alta no mundo todo. Na Europa, risco inflacionário esfriou com ajudinha da Rússia. Nos EUA, mesmo sob nova escalada de juros futuros, ações subiram de olho em puxadinho no teto da dívida. A maioria dos mercados de bolsa emergentes, então, foi à forra. Dentro da minoria, no entanto, está o Brasil