
Alçapão no fundo do poço, tocado pela Petrobras no pregão passado, foi aberto por Bolsonaro com a indicação de general para o lugar de chicago-boy à frente da companhia. Analistas e gestores apontam para busca por popularidade do presidente colocada à frente da saúde financeira das estatais. Mas possíveis impulsos de se fazer política à custa de acionistas, no entanto, pode esbarrar na letra da lei.