
Bolsas internacionais retomaram fôlego, apesar de juros de longo prazos futuros nos EUA ainda em alta. Reversão de perdas com ações no Brasil, no entanto, foi tolhida. Não bastando o risco fiscal, dados da indústria vieram piores que as previsões já pessimistas. Reavivaram no ar o cheiro de crescimento baixo e inflação em alta