
Vieram mais boas notícias trazidas pela Pfizer. Mas não empolgaram o mercado. Preocupam os sinais de uma segunda onda de contágio ganhando força no Brasil. Ninguém confia muito que a espiral de gastos iniciada neste ano será controlada em 2021, mesmo sem uma nova onda da covid-19. Caso ela se confirme, a confiança praticamente inexiste. Esse sentimento foi reforçado na última semana pelo próprio ministro da Economia, Paulo Guedes. E a cereja desse bolo indigesto servido faz alguns dias foi colocada nesta tarde pela Fitch.