
Em 1º de abril, dia da mentira, principal índice da bolsa ia ao ápice de 16% de altas acumuladas em 2022. Mas vários "dias da verdade", especialmente os últimos, levaram quase todos os ganhos embora. Com atraso, as eleições passaram a fazer preço. Diante do cheiro de recessão nos EUA, o Brasil não parece ser um porto-seguro