
Esta edição é uma conversa sobre a humanização do nascimento. Em um sistema social que corre contra o tempo, vive na ansiedade, busca agilidade e praticidade em tudo que manifesta, a forma como recebemos os humanos que chegam não vibra em um padrão diferente. Diante dos protocolos hospitalares e dos valores que predominam na inconsciência coletiva, o nascimento se tornou um evento mecanicista, e insensível, que cumpre agendas, nega a naturalidade, evita a dor e distorce a beleza do acontecimento mais visceral e instintivo que podemos experienciar enquanto mulheres e homens. A humanização do ato de nascer deve ser resgatada, e é sobre este movimento essencial na construção de uma humanidade mais empática e fraterna que nos fala hoje, nossa convidada Francielle Silvano Cardozo Lemos. Nossa convidada: @francielle_silvano_cardozo Mãe, companheira, ativista pela Humanização do Parto, Mestre em Gestão de Políticas Públicas, Fisioterapeuta Pélvica desde 2005, Doula desde 2014, Fisioterapeuta no Município de Criciúma.