
Embora seja uma realidade, as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ainda não são efetivamente abordadas pelos profissionais de saúde nas consultas de rotina de idosos. “Por que não solicitar o teste do HIV, sífilis e hepatites para o paciente a partir dos de 60 anos, assim como faz com o hemograma, glicemia e colesterol?” questiona o médico e gerente do Programa IST/AIDS, Almir Santana, que defende a inclusão da testagem das ISTs na rotina dos profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e dos consultórios particulares.