
Foram 174 pessoas acompanhadas e acolhidas, durante os dois primeiros anos da pandemia de Covid-19, na periferia de Vitória, e nenhum caso de morte ou intubação pela doença e nenhum caso de feminicídio. O que parece um milagre é na verdade fruto de um trabalho feito com muito profissionalismo e muito afeto pela equipe multidisciplinar do programa de extensão e pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo "Fordan: cultura no enfrentamento às violências". E quem nos conta um pouco dessa história são os fisioterapeutas Brener Araújo Acker e Danúbia Galvão de Oliveira, integrantes do Núcleo de Saúde do Fordan. Nessa entrevista, a dupla rememora momentos marcantes daqueles dois anos de sucessivas inovações nas metodologias de trabalho e como a essência do cuidado se mantém no momento atual, de retomada das atividades que haviam sido interrompidas por conta do isolamento social.