
O caso das brasileiras que foram presas na Alemanha após uma troca de malas despertou medo em muita gente que planeja viajar de avião para fora do país. Em 5 de março, a empresária Kátyna Baía, 44, e sua esposa, Jeanne Paolini, 40, foram detidas no aeroporto de Frankfurt, acusadas de levarem 40 kg de cocaína em bagagens despachadas. Mas, segundo a Polícia Federal brasileira, as malas não pertenciam ao casal. Nesta semana, a Justiça alemã aceitou a soltura das duas brasileiras presas. Durante a investigação, os agentes identificaram o grupo que enviou a cocaína para a Alemanha por meio da troca de bagagens de passageiros. A ação do bando consiste em retirar a etiqueta da bagagem despachada e colocar em outra, que está com as drogas. Ao serem abordadas, as brasileiras disseram não saber a origem da cocaína em suas malas e alegaram que as bagagens não eram delas. Segundo a Polícia Federal, “há uma série de evidências que levam a crer, de fato, que não há envolvimento delas com o transporte da droga, pois não correspondem ao padrão usual das chamadas "mulas do tráfico". Nesta edição do "Segurança em Foco", o policial federal Osmani Davel Junior, responsável pela Segurança da Aviação Civil no Aeroporto de Vitória, traz como destaque medidas que podem ser adotadas pelos passageiros que desejam reforçar a segurança das suas malas nos terminais.