
Além da opressão, censura e violência contra as escolas, o período do regime militar marcou uma fase de crescimento das escolas de samba de São Paulo, e registrou o início da profissionalização dos carnavais, o que mostra uma das facetas da Ditadura: o uso da cultura como vetor de referencias culturais do regime. No terceiro episódio da série, o jornalista Djalma Campos conversa com Fernando Penteado, um dos mais antigos integrantes da escola de samba Vai-Vai, com o sociólogo e sambista Tadeu Kaçula, com o sambista Osvaldinho da Cuíca e com o presidente da Federação Nacional das Escolas de Samba (FENASAMBA) Kaxitu Ricardo Campos. Para saber mais, leia: Espaços de sociabilidade das populações negras em São Paulo: as escolas de samba e suas intersecções com os movimentos associativos (1949-1978): https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-24062021-184504/pt-br.php Casa Verde. Uma Pequena África Paulistana | Tadeu Kaçula: https://www.amazon.com.br/Casa-Verde-Pequena-%C3%81frica-Paulistana/dp/8594592094 Carnavais, malandros e heróis: Para uma sociologia do dilema brasileiro | Roberto Damata: https://www.amazon.com.br/Carnavais-Malandros-Her%C3%B3is-Roberto-DaMatta/dp/8532507603 Cardeal do Samba, O: Memórias do Seu Carlão do Peruche | Bruno Baronetti: https://www.amazon.com.br/Cardeal-Samba-Mem%C3%B3rias-Carl%C3%A3o-Peruche/dp/8594591802