
Preciso, e prefiro andar Pelo amor que se inicia Preciso a luz, prefiro estar Pelo calor, pelo condor, pela alegria Preciso voltar, consigo! Dar os mesmos passos, na mesma via Preciso-te... contar, contrito Tal, como a saudade nos invadia... Preciso da tábua de riscos à numerar Teus versos no peito, dna de poesia! Da serenidade, da loucura, da afasia Na solidão que despeja um rio, a cada olhar Mascaras por tréguas ou agonia Findas o dia sem luz, sem vaidades Guarda-corpo de domesticas maldades Pulsas, portando verdade, alegria do amor! SÓIS DO OUTONO erhi Araujo