
Sopre a brisa... ao amor sopre A sorte que busquei no amor, entenda O tempo que teus olhos vi brilhar mais forte Com a sorte do que a vida nos alenta Nobre casa, Nobre intento de amor, Nobre Corre, não descreve sonhos, sim, realidade Teus sinais... dá imatura sorte Vês partindo, vês partido de maldade. Dobre a farsa, dobre a máscara, depois se descobre No entardecer dos forte, no jardim das aflições O presente, afinal queixava os tolos dotes... Dedilhando toda a taça, ilusões do último gole. Vendo o azul, o véu e eu incrédulo, ao norte E eu vendo no azul do céu os sonhos... não me acorde! SONHOS DO AZUL erhi Araujo