
Meu coração regenerado Já não sofre a mesma dor Das noites frias do passado Preocupado, sem ter calor Dessa paixão, és o pecado Aí de quem vive ou revide esse ardor Feitos, então ditos enlatados De prazeres servidos, sem sabor... O desamor é dívida. De quem guarda toda vida Vejo-te assim, sem ninguém... Porém aos poucos imagino As lições de suas lidas Se anéis, sim senhor, se refém Dói... os corações separados Quando o amanhã acordou Ferido, disse aos dias, enganados Sem chão, sem ar... sem cor Mesmo assim, via-se cercado Entre os retalhos, bilhetes de amor Esquecidos, desbotados, sem proveitos Que na ilusão vespertina, resgatou!.. VAPOR D'ALMA erhi Araujo