
A arte salva, cura, educa e resiste. “Ser artista” é um podcast que vai apresentar a arte que alimenta a alma. Marcus Montenegro recebe neste episódio a atriz Isabela Garcia. Isabela Garcia estreou na TV Globo aos quatro anos, no Caso Especial Medeia. Aos seis, ganhou o primeiro papel em novelas, como Doró em Vejo a Lua no Céu (1976). No ano seguinte, viveu Isadora em Nina. Não demorou para que a garota de sorriso largo, que cresceu no vídeo, viesse a ser chamada de “Shirley Temple Brasileira”. Foi como a órfã Maria Helena, de Água Viva (1980) que ela arrebatou de vez os telespectadores. Entre as mais de vinte telenovelas das quais participou, dois outros momentos deixaram marcas, ao apontar uma mudança de faixa etária e a maturidade profissional: a Ana, de Bebê a Bordo (1989), Eliete de Celebridade e a Dinorá, de Paraíso Tropical (2007), além do programa A vida como ela é (baseado na obra de Nelson Rodrigues). Brilhou nas minisséries Anos Dourados e Labirinto, ambas de Gilberto Braga, tem a atriz como uma de suas atrizes favoritas. No teatro, fez vários espetáculos de sucesso: Cantares em Desafino, Léo e Bia, No Coração do Brasil (texto e direção de Miguel Fallabela), A Dança dos Mitos, Alarmes (direção de Moacyr Góes) e Cruzes! Festa Surpresa, que também produziu, além de Terceiras Intenções, direção de Bibi Ferreira. Produziu em 2003 o espetáculo Beijo na Boca, de seu marido, Carlos Arthur Thiré Protagonizou a temporada de “Malhação: casa cheia”, com a personagem Vera.