
Margarida Couto é presidente do Grace, Associação Empresarial que atua nas áreas de responsabilidade social e sustentabilidade. Fala das lutas que trava há anos para conseguir um estatuto para as empresas sociais e da resistência dos stakeholders a esta matéria. “É como se o lucro no lado social fosse impuro. Mas este é tão bom como o uso que se fizer dele. Substituir um filantropo pelo investidor social é reciclar o dinheiro”, garante. A presidente do Grace admite que ainda existem muitas empresas portuguesas irresponsáveis, mas “são cada vez menos. Ser irresponsável não é uma opção, não assegura a sua sobrevivência”. See omnystudio.com/listener for privacy information.