
Você pode até argumentar que “Black in Mind” ou “Soundchaser” são melhores, mas em 1996 o Rage lançou dois discos excelentes em um mesmo ano. “Lingua Mortis” praticamente abriu os caminhos para a fusão entre metal e orquestra em abril. Meses depois, em setembro, a banda apresenta “End of All Days”, um disco mais dark e sem medo de explorar refrães bem melodiosos. Voltamos no tempo e nas memórias com dois discos que abriram os caminhos para ouvir a banda para muitas pessoas, inclusive nós.