
Catecismo da Igreja Católica (CIC): 2629. O vocabulário da oração de súplica é rico de matizes no Novo Testamento: pedir, reclamar, chamar com insistência, invocar, bradar, gritar e, até, «lutar na oração». Mas a sua forma mais habitual, porque mais espontânea, é a petição. É pela oração de petição que traduzimos a consciência da nossa relação com Deus: enquanto criaturas, não somos a nossa origem, nem donos das adversidades, nem somos o nosso fim último; mas também, sendo pecadores, sabemos, como cristãos, que nos afastamos do nosso Pai. A petição é já um regresso a Ele. 2725. A oração é um dom da graça e uma resposta decidida da nossa parte. Pressupõe sempre um esforço. Os grandes orantes da Antiga Aliança antes de Cristo, bem como a Mãe de Deus e os santos com Ele no-lo ensinam: a oração é um combate. Contra quem? Contra nós mesmos e contra as astúcias do Tentador que tudo faz para desviar o homem da oração e da união com o seu Deus. Reza-se como se vive, porque se vive como se reza. Se não se quiser agir habitualmente segundo o Espírito de Cristo, também não se pode orar habitualmente em seu nome. O «combate espiritual» da vida nova do cristão é inseparável do combate da oração. Quem reza com fé, nada teme, pois será tocado com a força de Deus. Catechism of the Catholic Church (CIC): 2629. The vocabulary of supplication prayer is rich in nuances in the New Testament: asking, complaining, calling insistently, invoking, shouting, shouting and even "fighting in prayer". But its most habitual form, because it is more spontaneous, is the petition. It is through prayer of petition that we translate the awareness of our relationship with God: as creatures, we are not our origin, nor the owners of adversity, nor are we our ultimate end; but also, being sinners, we know, as Christians, that we have turned away from our Father. The petition is already a return to Him. 2725. Prayer is a gift of grace and a decisive response on our part. It always requires effort. The great prayers of the Old Covenant before Christ, as well as the Mother of God and the saints with Him teach us: prayer is a combat. Against who? Against ourselves and against the cunning of the Temptor who does everything to lead man away from prayer and union with his God. One prays as one lives, because one lives as one prays. If one does not want to act habitually according to the Spirit of Christ, one cannot habitually pray in his name. The "spiritual struggle" of the Christian's new life is inseparable from the struggle of prayer. Whoever prays with faith, fears nothing, polis will be touched with the strength of God. Fontes (créditos): Catecismo da Igreja Católica (CIC) - http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p4s1cap1_2566-2649_po.html http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p4s1cap3_2697-2758_po.html Livro (com adaptações): Não tenhas medo. Fátima: mensagem de confiança. Dário Pedroso, S. J. Apostolado da Oração. Braga - Portugal. Trilha sonora (créditos): Pachelbel Canon in D Major - the original and best version. VOICES OF MUSIC. YOUTUBE: https://www.youtube.com/watch?v=JvNQLJ1_HQ0 Imagem (créditos): https://br.freepik.com/fotos-gratis/silhueta-do-homem-asiatico-consideravel-orando_1025909.htm#query=oracao&position=0&from_view=keyword&track=sph Agradecimentos: Vinicius Souza Lima (vinhetas). Apostolado Mundial de Fátima (AMF) - https://worldfatima.com/pt/