
Após a leitura de dois poemas sobre a infância, conversamos sobre a liberdade de nos (re)encontrarmos buscando a cura de cada um de nós, no retorno a pureza de nossa real natureza, no reencontro de nossa forma original, para além dos ditames inventados, artificiais, da reificação da imagem, da busca do verdadeiro tesouro que cada um deixou lá atrás: na aurora de nossa infância.