
Com o nosso terceiro filme que acabou de sair nos cinemas, o Take Dois oficialmente entra em uma crise de identidade. Enquanto revemos quem somos e quem seremos, junte-se a nós num papo nacionalista sobre questões políticas recentes, a falta de apoio ao cinema nacional, pensamentos soltos sobre dublagens propositalmente estranhas, gritos de guerra contra o vira-latismo e imperialismo opressor, como fazer um filme de invasão alienígena sem nem ter um homenzinho verde, e principalmente, descubra os reais suspiros de uma nação e cultura sob ameaça, cujo único destino é lutar pela sua existência, ou morrer e ser assimilada por uma outra mais dominante. Aos olhos do constante fluxo da história, parece que a todo momento é necessário que um povo reveja quem é, e quem será.