
As pessoas que migram na fase jovem adulto talvez tenham o maior potencial para adaptar-se à nova cultura, em termos de carreira e escolha matrimonial. Entretanto, elas talvez sejam as mais vulneráveis ao rompimento com sua herança, ficando sujeitas ao isolamento emocional em fases posteriores do ciclo de vida, quando a necessidade de apoio e identificação cultural tende a aumentar. O resultado é que poderão ficar permanentemente isoladas, incapazes de manter a continuidade entre sua herança e os filhos.