
E se todos fossemos iguais? E se nossas funções fossem decididas antes de nos tornarmos adultos? E se fizéssemos sempre o mesmo? E se não existisse religião? E se pudéssemos ter relacionamentos sem ser julgados? É tem cara de futurista, mas foi escrito em 1932. É essa a história e a discussão por trás de um dos mais importantes clássicos da distopia mundial. Quando escrito, era para parecer uma visão do futuro impossível, mas hoje é mais uma descrição de como queremos nosso futuro! "Oh! Admirável mundo novo!", já diria Shakespeare em "A tempestade". Venham nessa viagem completamente louca e cheia de questionamentos que o livro de Aldous Huxley trás e faz com que a gente sempre se pergunte mais sobre. (https://www.amazon.com.br/dp/8525056006/ref=cm_sw_r_cp_apa_i_EI9vEbZVJ59N3)