
Comentando a parábola da figueira estéril, Santo Agostinho compara o esterco que o agricultor usa para adubar a terra à realidade da tristeza. “Se não é colocado no devido lugar, o esterco causa sujeira, mas, quando é posto no lugar certo, ele torna fértil a terra”. De que modo isso se aplica à nossa vida espiritual? Como a tristeza pode ser um caminho de verdadeiro encontro com Deus? E quando ela se transforma em fonte de perdição? Neste Testemunho de Fé, aprenda a viver a tristeza segundo Deus e saiba como é possível viver a alegria mesmo em meio à “miséria da nossa condição”.