
Neste primeiro episódio real oficial do Podcast Tia Berta partimos do conceito de representação no audiovisual e acabamos falando sobre o que é uma conversa entre mulheres, o que é ser competente, narrativas de heróis e heroínas e a importância de criticar a mídia que amamos. Falamos também sobre os novos critérios de diversidade na escolha de Melhor Filme do Oscar, e, claro, discutimos o seu real impacto. Spoiler: não é tão significativo assim. Ainda dentro do tema da representação no audiovisual, falamos de alguns testes que tentam apontar questões específicas sobre as obras, como o teste de Bechdel, Mako Mori, Tauriel e Sexy Lamp. Para saber mais sobre os testes, e sobre algumas análises que fizemos no #ElasNoOscar, acesse https://bit.ly/3kUWIfw. Neste episódio, abrimos pela primeira vez o Baú da Tia Berta, com dicas sobre obras culturais dos nossos apresentadores e convidados. Série “Fleabag”, de Phoebe Waller-Bridge. Série “Insecure”, de Issa Rae; Série “I may destroy you”, de Michaela Coel; Álbum “Corpo sem juízo”, de Jup do Bairro (e esse clipe maravilhoso https://youtu.be/uaBu8BAzyHs); Série “Irmão do Jorel”, de Juliano Enrico; Jogo “Wandersong”, de Greg Lobanov. Algumas outras menções feitas no episódio: Livro de bell hooks, “Olhares Negros: Raça e Representação”; Livro de Stuart Hall, “Representation: Cultural Representation and Signifying Practices”; Jogo “Distortions”, da desenvolvedora Among Giants. Esperamos que gostem e que comecem a questionar também o audiovisual que vocês gostam! Acompanhem os próximos episódios. Apresentadores: Rafael Maximiniano (@rafamax) e Bárbara Alpino (@babi.alpino) Convidada: Risla Miranda (@rislamiranda) Edição: Rafael Maximiniano (@rafamax) Produção: Coletivo Arte Aberta (@arteaberta) Vinhetas na voz de: Cibelle Canto (@cibelle_canto) Música: Artur Mendes (@hause_estudio)