
“Não vai dar, assim não vai dar, pra eu amadurecer sem ter com quem me rebelar” - Ultraje a rigor E aí? Concordam? E se dissermos que “rebelar” pode ser até mesmo parâmetro de saúde? Estranho? Talvez. Mas quando rebelamos garantimos nossa identidade, diferenciamos dos nossos pais, nos permitimos ser nós mesmos. E assim, podemos ir além. Pais...sabemos que não é fácil. E a participação ativa de vocês nesta fase é essencial. Porque mesmo gritando por liberdade, eles também pedem base, limite e segurança. O grande desafio é o equilíbrio nesta corda que muitas vezes é bamba. Bem-vindos à ADOLESCÊNCIA. E nada melhor que batermos um papo em grupo (porque também somos dessas e adoramos um bando...hehehe) com a participação mais que especial de @drgabrielmangabeira Gabriel é psiquiatra da infância e adolescência e nosso grande parceiro de trabalho. É conversa pra todo mundo ouvir. Afinal, carregamos um pouco da nossa adolescência, e como bons adolescentes, assim como gostamos de nos diferenciar, também gostamos de nos reconhecer iguais. Um grande abraço, @anacristinarrocha e @lydianne_urzedo — Entre em contato conosco e mande suas dúvidas e sugestões para floresdosermoc@gmail.com . Queremos muito saber sua opinião!