
Sigam a gente no Instagram e Twitter @tocaaipodcast . Florence and the Machine - How Big, How Blue, How Beautiful O término, a turbulência e voltar a se conhecer. Florence and the Machine passa e repassa pela odisséia que é um relacionamento afetivo, que é muito sobre amar a si mesmo. Repleto de alusões cristãs e formações orquestrais, o disco também tem um tom religioso, mas a palavra dessa missa é "você merece ser amado". Nessa fase, Florence Welch, que já era uma cantora ímpar por inúmeros motivos, se joga em clipes com coreografias contemporâneas arrojadas e expressivas. Devemos falar que "How Big, How Blue, How Beatiful" faz parte de uma transição, se afastando do pop e se aproximando de um rock consistente e clássico. Ps. O apresentadornão se responsabiliza por eventuais exageros. A admiração pela Florence é grande. 2015 - 48:46 . BIana - Imilla Cantora e compositora, BIANA entra na cena musical brasileira com seu EP, “Imilla”. O trabalho, produzido por Leonardo Ost, músico e produtor do selo musical Rap Box, conta com influências musicais desde o synthpop até o trap e o funk para retratar dilemas e contradições. O EP, não é o 1º lançamento de BIANA, que lançou no segundo semestre de 2019 seu 1º single, “Arde Na Pele”, também produzido por Léo Ost. “Imilla”, single que nomeia o EP, retrata uma crise nascida da contradição existente do ser e sobre renunciar a si mesmo em prol de um bem maior. . Skank - Calango 2º álbum da banda mineira, Calango lança de vez o Skank no cenário nacional. Investindo pesado na mistura de reggae e ska, muitos metais, um pouco de crítica social e rock rural, a parceria entre Samuel Rosa e Chico Amaral ganha força de vez. É o marco da primeira fase da banda, que alcançou seu auge no álbum posterior, Samba Poconé. Tem uma sonoridade muito diferente do que a banda apresentou nos últimos dos seus 30 anos de carreira mas carregado de hits que são obrigatórios nos shows até hoje. É a cara do início do anos 90. Simples, direto, divertido e com discurso incisivo. 1994 - 40:51