
Em algumas mulheres, o diagnóstico de PHDA chega apenas depois dos 30. Até lá, muitas pensaram que o problema eram elas. Durante anos, muitas mulheres aprenderam a compensar, a esforçar-se mais e a esconder o cansaço. Por fora, tudo parece funcionar. Por dentro, podem existir sobrecarga, culpa e a sensação constante de estar a falhar. Porque é que o diagnóstico de PHDA continua a chegar tão tarde à vida de tantas mulheres? E que impacto pode esta perturbação ter nas relações, na maternidade e até na forma como damos e recebemos amor? No novo episódio de Top of Mind, Margarida Santos conversa com a psiquiatra Sara Castro sobre uma realidade que durante demasiado tempo passou despercebida. Episódio disponível no YouTube, Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas de áudio. Ouça, comente e partilhe. POD-OTH-UNB-PT-26-0003