
Linguagem inclusiva é fundamental para visibilizar grupos historicamente vulneráveis. Nas ciências da saúde, o estigma do diagnóstico isolou a população trans em nichos, privando de uma abordagem de saúde integral e que se pautasse nas suas demandas. A reparação histórica é urgente e incluir é sempre sobre ampliar os espaços e diminuir apenas as desigualdades. Camillo Miranda, Kaique Gollo e Daniela Menezes expõem suas percepções sobre termos inclusivos e o conhecimento de profissionais para elaborar cuidados de saúde para pessoas trans.