
Nesse tempo presente, o mundo em que vivemos tem se tornado cada dia mais decadente; a iniquidade, perversão, maldade, injustiça, dentre tantos outros problemas, têm gerado dores profundas em nossa geração. O sofrimento é como uma linguagem universal, e todos sabemos reconhecer quando esse sentimento bate à porta. Em 1 Pedro 5:9, o Apóstolo Paulo diz: ‘‘Resistam-lhe, permanecendo firmes na fé, sabendo que os irmãos que vocês têm em todo o mundo estão passando pelos mesmos sofrimentos.’’ Mas afinal, se somos filhos de Deus, por que não somos isentos da dor? Ora, todos estamos suscetíveis a passarmos por tempos difíceis, pois, embora tenhamos recebido nova vida pelo Espírito, permanecemos aqui nesta terra. No entanto, o sofrimento jamais revelará desarmonia da soberania de Deus e nem tampouco invalidez do Seu amor. Jesus não mentiu ao dizer que passaríamos por aflições. A grande diferença é que nEle encontramos esperança - antídoto do Alto essencial que nos capacita a enfrentarmos tempos difíceis e a termos uma fé ativa. Como filhos de Deus, é necessário que sobre nós repouse a certeza de que nenhum sofrimento terreno pode se comparar com a glória que ainda há de ser revelada (Rm 8:19). As promessas do Senhor são como firmes fundamentos que transpassam de geração em geração, sendo a volta de Jesus a base da nossa esperança cristã. Haverá um dia em que não haverá mais morte, tristeza, choro ou dor (Ap 21:4), receberemos vitória definitiva contra o pecado (1 Co 15:53-57). Estaremos diante da santidade do Pai eternamente e tudo que antes era corruptível e transitório dará lugar à uma plenitude que jamais findará. Sendo assim, independentemente das circunstâncias que estejamos vivendo, precisamos permanecer firmes, buscando diariamente receber essa esperança que nos conduz a crermos em Suas promessas, ainda que com os nossos olhos naturais não consigamos contemplar. Não desista! Existe Alguém que intercede e tem preparado um lugar para aqueles que O esperam (Jo 14).