
Há determinadas estações ao longo da caminhada nas quais enfrentaremos desafios que parecem grandes demais aos nossos olhos a ponto de nos questionarmos: “Será que sou capaz de vencê-los?”. Mesmo diante das nossas limitações, o Senhor responde: “Sim! Você é capaz!”. Deus age no improvável! Ele tem usado pessoas que, aos olhos da sociedade, são improváveis. Em 1 Coríntios 1:26-31, o apóstolo Paulo afirma que o Senhor convocou os insignificantes, os desprezados, os que nada são para confundir os sábios e poderosos, a fim de que Ele seja glorificado e não os homens. Nesta passagem, observa-se estágios desde a escolha até a capacitação dos Seus filhos: 1. Os improváveis são escolhidos por Deus: Ele escolheu os improváveis para serem os Seus discípulos. Ele não decide chamar nenhum intelectual, mas pescadores, rudes, filhos do trovão. Pedro e João eram iletrados e estavam pregando com sabedoria a palavra de Deus (Atos 4:13). O que faz a diferença é termos a convicção de Quem está guerreando conosco. 2. Deus transforma os improváveis: Ele nos convocou quando estávamos fora do padrão para que pudéssemos ser novas criaturas e nos transformou para o louvor da Sua glória, nos alinhando ao Seu propósito. Aos olhos humanos, é difícil enxergar a transformação que o Senhor gera nos corações dos improváveis. Por isso, precisamos ter fé e nos permitir sermos usados nas mãos do Oleiro. 3. O Senhor capacita os improváveis: Ele deseja qualificar e caminhar com os improváveis. Ele nos levantou para trazermos o Reino dos Céus nesta terra. Portanto, não devemos perder tempo, nem ficarmos presos às feridas do passado. Precisamos ir ao Seu encontro e responder ao Seu chamado. O Senhor convida os improváveis para realinhar os destinos e trilhar o caminho destinado por Ele. O Pai não faz acepção de pessoas, mas anseia em derramar o Seu Espírito sobre os sedentos de coração, para que se cumpra a profecia de Joel 2:28. Nós fomos escolhidos para fazermos a diferença e refletirmos a luz aos que estão presos em cativeiros. Há duas opções para nós: procurarmos justificativas para a nossa incapacidade, ou estarmos disponíveis para o cumprimento do propósito do Senhor, mesmo diante das circunstâncias.