
Imaginemos que duas portas foram colocadas diante de nós para serem abertas. Cada uma possui um caminho que nos levará a destinos diferentes: uma à perdição e outra à vida eterna. Porém, uma escolha é nos dada: por qual porta entraremos? Parece ser uma escolha fácil, pois, geralmente, não queremos aquilo que é mau para nossas vidas, muito menos queremos alcançar um destino desastroso. Se assim for o nosso desejo, Jesus nos encoraja a entrarmos pela porta que nos destinará ao Reino dos céus, sob o alerta que poucos a encontrarão por ser ela estreita e seu caminho ser apertado. Por outro lado, muitos caminharão em direção à perdição, pois larga é sua porta e espaçoso é o seu caminho (Mt 7:13-14). Essas portas significam a maneira pela qual escolhemos viver nessa terra. De modo que viver no caminho da porta estreita é andar de acordo com a vontade de Deus, submetendo-nos ao corte do arrependimento que nos faz desvencilhar de tudo aquilo que nos atrapalha, e do pecado que nos envolve e nos impede de produzir bons frutos. Pois, serão por estes que seremos conhecidos (Mt 7:16-20). Além disso, quando andamos por este caminho, somos comparados a um homem prudente que, utilizando os melhores materiais, constrói a sua casa sobre a rocha firme e não teme o dia do fogo, no qual seu trabalho será provado por Deus (Mt 7:24-25 e 1 Co 3:10-15). Portanto, alinhar o destino, mais do que pedir a Deus que faça nossas vontades ou que nos conceda uma vida de bênçãos, é viver em obediência ao Pai, fazendo a Sua vontade e tendo prazer nEle em qualquer circunstância. Que nesses dias o Espírito Santo nos convença do melhor caminho que devemos seguir, a fim de agradarmos ao Senhor e termos um coração alinhado ao Seu.