
“Os povos indígenas procuraram fazer todo o esforço possível diante da pandemia: o isolamento, permanecer nos seus territórios. Mas veja, por exemplo, o caso do povo ianomâmi, com os postos de saúde fechados há mais de dois meses, no meio da selva amazônica, e aquela população jogada, sem eira e sem beira, é o retrato de um país que não tem um mínimo de sensibilidade diante do sofrimento dos povos originários.” Com tristeza e indignação, dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho e presidente do Conselho Indigenista Missionário, fala a Eleonora e Rodolfo, do TUTAMÉIA, sobre a situação da população de Rondônia, em geral, durante a pandemia, e dos povos indígenas em particular, eles que são mais vulneráveis à pandemia.