
“Esse governo sempre negou a doença, negou os tratamentos, negou a assistência. O que ele fez foi fazer um gesto, aquele auxílio que ele propunha era de R$ 200, que foi para R$ 600 por causa da ação do movimento sindical. Todas as medidas que ele teve foi de dificultar o acesso das pessoas ao benefício. Tudo o que ele fez foi para atrapalhar. A sociedade tem de se organizar, estar mais unida nessas questões e exigir que essas medidas de enfrentamento à pandemia sejam mais concretas e imediatas.” Assim fala Miguel Torres, presidente da Força Sindical, uma das mais importantes centrais sindicais do país, em entrevista a Eleonora e Rodolfo, do TUTAMÉIA, em que faz um balanço do ano passado e aponta caminhos para as lutas deste ano.