
“Há uma crise humanitária. A defesa da vida, da democracia, dos direitos, do auxílio emergencial e da vacina são questões chave. Com este governo, a crise só se agrava e se aprofunda. Ou defendemos a interdição ou então se acelera o impeachment. Porque, com ele, é crise em cima de crise”. A afirmação é de José Genoíno a Eleonora e Rodolfo, do TUTAMÉIA. Para ele, a hecatombe que estamos vivendo pode representar para o governo Bolsonaro o que foi a guerra das Malvinas para os militares argentinos. “Chega uma hora em que a crise é tão grave que qualquer fagulha, qualquer fato corriqueiro pode virar a mesa porque as coisas estão tensionadas, sensíveis por uma razão muito simples: é a vida que está em risco”, declara.