
A música deixa o mundo mais colorido e, ao saber da existência de um grupo vocal queer em Aveiro, achámos que seria interessante convidarmos alguns dos seus elementos para falarmos de várias coisas na interseção destes dois “universos”, tendo sido este o mote para a conversa com a Fernanda Miki e o Renato Viana. Antes de falarmos sobre o projeto, trocámos algumas ideias sobre como é que a mistura de brasileiros e portugueses tem trazido de bom para a intervenção LGBT+. Depois ficámos a saber como é que o grupo começou e tem evoluído, seja em número, em técnica ou em repertório, sempre com um pendor criativo muito forte. É opinião de ambos que a participação no Prisma lhes traz muitos impactos positivos, a começar pelos desafios elencados pelo Renato, mas também por se tratar, como a Fernanda disse, de um espaço de acolhimento para todas as pessoas que, nestes tempos estranhos, ali encontram um espaço seguro, de paz. Se quiseres saber o que é ser queer, na perspetiva do Prisma, quebrando padrões, buscando alternativas, questionando a sociedade através da arte, não podes deixar de ouvir este novo episódio do Ultravioleta, o teu podcast, além do visível.