
A memória das dores e abusos sofridos fazem parte de quem somos. Como cristãos, buscamos imitar a Cristo, ou seja, amar e perdoar aqueles que causaram dano a nós é parte da nossa identidade. Entretanto, nem sempre isso será possível. Por isso almejamos uma nova realidade, um novo mundo, em que a reconciliação plena conosco, com Deus e entre nós será possível plenamente. Como diz Volf: “No mundo de Deus, um novo mundo porvir, os redimidos receberão uns aos outros em amor, em um abraço mútuo do Deus triuno.” Texto base: João 21:15-19 e Mateus 6:14.