
Um dos principais nomes do Modernismo português, Mário de Sá-Carneiro tem uma obra marcada pela fragmentação do eu, numa espécie de labirinto de si mesmo, recorrendo a metáforas e a um jogo constante entre o concreto e o abstrato. Para efeito de organização, nós dividimos a nossa leitura entre os quatro naipes do baralho, Paus, Copas, Espadas e Ouros, com direito a um Curinga final… No site www.umprofessorle.com.br estão os principais textos utilizados nesse episódio, para quem quiser ler antes, durante ou depois.