
Antero de Quental (1842-1891) Poeta máximo do Realismo português, ao lado de nomes como Eça de Queirós e Ramalho Ortigão fazem a Geração de 70, também chamada de Vencidos na Vida. Com uma obra que vai do profundo combate social e anseio pela elevação da cultura e do povo português até a busca metafísica por Deus e um combate à melancolia e angústias, ler Antero de Quental é ler alguns dos mais belos sonetos escritos em língua portuguesa, pela sonoridade, pela força e pela construção poética. Por Francisca de Oliveira Souza