
Neste episódio, deitamos nas Folhas de relva do escritor norte-americano Walt Whitman, que consegue canalizar em si todos os tempos e todos os espaços, transmitindo em sua poesia a celebração do eu em comunhão com o todo. Usando como exemplo poemas como "Canção de mim mesmo", "Canção da estrada aberta", "Ouço a América cantando" e "Quando ouvi o astrônomo erudito", vamos viajar por esse poeta que não é apenas um universo, mas se ampliou para além do cosmos, abraçando tudo o que há.