
Neste episódio, o último dos Pessoas se enfoca, no caso, ele-mesmo, o Ortônimo. Sendo um poema menos difundido atualmente, mas de grande importância simbólica dentro do projeto pessoano, “Impressões do crepúsculo” vai estabelecer uma nova forma da construção poética. Lançará as bases práticas do Paulismo, movimento literário idealizado por Pessoa & Cia, em suas sugestões de mescla de sensações abstratas e concretas, evocando tanto o sino da aldeia, quanto os frios carnais que correm alma adentro. Além disso, nos permite observar os processos mentais de Fernando Pessoa, na busca pelos sentidos do que vê e sente e pensa.