
Filho de pernambucanos, Júlio Lucas (Júlio Pereira Lucas Neto) nasceu em Paulo Afonso (Ba). É escritor/poeta, produtor, roteirista e editor brasileiro, radicado há duas décadas em Jequié (no Sudoeste baiano). Autor de Novamente Poesia – lançado na 10ª Bienal do Livro da Bahia (2011) - tem sido convidado com regularidade para eventos literários como a Flipelô - Festa Literária Internacional do Pelourinho no ano de 2017; os Saraus da Pedra Só (2017/2018), em Iramaia; Flipa - Festival Literário de Paulo Afonso; e Feslam – Festa Literária de Amargosa (2019). Além da Poesia, trabalho artístico ao qual mais se dedica, tem contos, romance e peça teatral, ainda inéditos. Possui publicações em jornais, revistas, coletâneas, sites e blogs de literatura. Prepara o lançamento do próximo livro Radiografismos e outros poemas de vida e morte e do romance O Portal do Raso. Atuante nas redes sociais, produz com freqüência conteúdos artístico-culturais, à exemplo dos vídeos #PausaparaPoesia, e tem sido constantemente convidado para falar dos seus trabalhos em lives. Atual presidente da Academia de Letras de Jequié (ALJ), administra a Biblioteca Luiz Neves Cotrim, do Museu Histórico João Carlos Borges, e atua como produtor cultural. Conduziu a Diretoria de Comunicação do Município nos anos 2009 e 2010 e a editoria da Revista Muito Mais por quatro anos. Dirigiu o Jornal Actual, fundou o Correio do Interior e colaborou nos impressos Café com Leite, Novos Tempos e Revista Cidades em Foco. Tem poemas em haicais quadrinizados pelo cartunista Edú Santana na revista Come-Comix. É o criador de um dos primeiros blogs da região Sudoeste: Miscelânea, por Júlio Lucas. Realizou por quatro anos Estação Poesia em parceria com o poeta e jornalista José Inácio Vieira de Melo. Os saraus lítero-musicais apresentaram nomes reconhecidos nacionalmente, como Salgado Maranhão, Alexandre Brito, Omar Salomão, Cacau Novaes, Márcio Catunda, Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes, Thiago Amud, Eliakin Rufino, Chico de Assis, entre outros. Foi curador da exposição pública Waly Aqui: Algaravias – Janela de Marinetti, em homenagem ao poeta Waly Dias Salomão, atraindo aproximadamente sete mil visitantes ao Museu Histórico de Jequié em 2017. Coordenou e apresentou o projeto Feira da Poesia, pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, em 2003. Idealista, desde adolescente, foi idealizador de fanzines e bandas no cenário alternativo dos anos 80 e 90, atuou como letrista e produtor do Sinal Vermelho, Regicídio, Olhos de Poeta e Bando Batida Seca e vocalista em alguns desses grupos. Como compositor possui outras parcerias musicais. Na TV, Júlio Lucas foi roteirista e produtor do programa Muito Prazer, Álvaro Guimarães (TV Aratu), em meados dos anos 90. Desde então dirige clipes, documentários e vídeos institucionais para segmentos diversos (artístico, empresarial, público). Criou diversas campanhas para rádio, TV, impressos e outdoor nas agências Rush Produções e Publicidades, Moura Marketing e Propaganda e Nexmídia. Multimídia e autodidata, apresentou por mais de uma década o Tribos do Rock, na 105 Jequié FM, onde também foi âncora do programa de jornalismo Café com Notícias. Como designer, diagramou jornais e revistas e elaborou diversas capas de livros, a saber: III e IV Concursos Literários da ALJ: Prêmio Eusínio Soares de Literatura Brasileira (2002) e Prêmio Waly Salomão (2008); Jequié - Síntese Histórica e Informativa (2011), Minidicionário Brasileiro da Língua Portuguesa (2012) e Baianês de A a Z - Dicionário do Falar Baiano (2016), do lexicógrafo Dermival Rios; Procura-se a poesia (2014), de Márcia Rúbia; e seu próprio livro: Novamente Poesia.