
Diante das transformações nos modelos tradicionais de financiamento, que novas combinações podem ampliar as possibilidades de realização e sustentabilidade do cinema independente? O cinema independente pode ser entendido também como um campo de investimento de impacto — cultural, social, territorial e econômico? O debate propõe discutir caminhos que articulem recursos públicos, investimento privado, filantropia, investimento de impacto, capital híbrido e alianças institucionais ou estratégicas, buscando compreender como esses novos arranjos podem contribuir para ampliar fontes de recursos, diversificar riscos e criar condições mais sustentáveis para a produção audiovisual.Mais do que discutir “como financiar um filme”, a proposta é refletir sobre que novos ecossistemas podemos construir para sustentar a diversidade, a autonomia e a continuidade do cinema independente, e que relações entre Estado, mercado, sociedade e setor audiovisual podem surgir a partir deles.Isona Admetlla – Consultora criativa internacional e colaboradora do Brasil CineMundi | AlemanhaLeo Ordóñez — Especialista em políticas públicas de economia criativa, executivo e acadêmico | ChileMário Borgneth – Coordenador Executivo da unidade técnica Brasil do programa CPLP | RJ | Brasil Mediação: Lia Bahia – Professora e pesquisadora UFF | RJ | Brasil