
O cinema tradicional calcado do modelo industrial se faz em uma coletividade hiper setorizada e rigidamente hierárquica no qual o modelo de autoria é centrado na figura do diretor no set. Já há alguns anos esse modelo de trabalho se flexibilizou ou mesmo encontrou alternativas em processos de criação e circulação alternativos à norma. O que os processos de criação coletiva de outras artes e modos de vida elaboram como narrativa e forma nos filmes do cinema contemporâneo? Como pensar também a vida desses filmes – sua circulação – para além do processo de produção e criação? Convidadas: Carla Maia – pesquisadora | MG Clarissa Campolina – cineasta | MG Fernanda Vianna – atriz e diretora | MG Talita Arruda – produtora | BA Mediadora: Camila Vieira – curadora | CE