
O cinema tem uma função política? Se ele tem qual seria o caminho? Elaborar uma forma que se afirme política? Como isso se daria? Buscar testemunhar o processo histórico e as lutas? O registro por si só teria força política? Ou o cinema é um meio de elaborar provocações e questionar representações noções de ação política? Se o cinema pode ser político, como ele o é? Convidados: Aiano Bemfica, diretor de Entre Nós Talvez estejam Multidões (MG/PE) Jean-Claude Bernardet e Rubens Rewald, diretores de #eagoraoque (SP) Julia Mariano, diretora de Sementes: mulheres pretas no poder (RJ) Mediação: Juliano Gomes – crítico e professor | RJ