
O carcinoma urotelial de alto risco tradicionalmente exige condutas agressivas, mas será que a vigilância ativa pode ter espaço em cenários bem selecionados? Neste episódio, os coordenadores do Uro Prática mergulham nas evidências disponíveis, nos critérios de seleção de pacientes e nos desafios práticos de adotar uma postura menos intervencionista diante de um tumor de comportamento imprevisível. Uma discussão necessária para repensar limites e possibilidades na prática clínica. Ouça agora e atualize sua visão sobre o manejo do carcinoma urotelial de alto risco.